
O bairro do Morumbi localizado na região Sudoeste de São Paulo já foi, em meados de 1800 a fazenda Morumbi, que com mais de 700 alqueires de extensão dedicados ao cultivo de chá preto tinha como proprietário o inglês John Rudge.
Depois de Rudge, a enorme fazenda serviu de morada para várias outras famílias tradicionais, como a Diederichsen, Muller e Transmontano, mas permaneceu sem muitas alterações até a metade do século 20, quando se iniciou um intenso processo de transformação local, impulsionado pela expansão de São Paulo.
O processo de urbanização após a década de 40 foi relativamente rápido, prevendo o potencial da região, a Companhia Imobiliária Morumby fez a primeira divisão dos lotes da grande fazenda e deu início ao “processo de bairrificação”.
O grande chamariz utilizado pela imobiliária era a sinuosa Casa da Fazenda do Morumbi, uma relíquia construída em 1813 pelo regente do Império, Padre Antonio Feijó, que em 1978 teve seu último morador e hoje serve como sede da ABACH - Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Morumbi, que vem do Tupi Guarani e significa “morro ou colina alta” é um bairro predominantemente residencial em que se destaca a grande quantidade de áreas verdes.








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